23/05/2013 - 06h00 "O nome das arenas será a melhor propriedade de ativação no futebol”, disse Caio Campos, gerente de marketing do Corinthians
Com os primeiros estádios da nova geração fechando seus contratos de naming rights, o Corinthians comemora o “balizamento” do mercado para quando chegar sua hora. Depois de anos de discussão, no entanto, o clube já relativiza a importância da Globo nesse cenário.
“A Globo falar o nome é importante, mas não fundamental. Se fosse, os clubes de vôlei não sobreviveriam. Eu acho que é uma das propriedades a serem exploradas, mas não é a única. O nome das arenas será a melhor propriedade de ativação no futebol”, disse Caio Campos, gerente de marketing do clube.
A exposição dos naming rights na televisão é uma velha briga no marketing esportivo.
Desde o início da discussão sobre os novos estádios brasileiros, os naming rights são vistos como a salvação dos clubes, que esperam quitar o pagamento das obras vendendo o direito às empresas.
No ano passado, a emissora confirmou um acordo com os clubes no qual se compromete a divulgar os naming rights de estádios já a partir do Brasileiro deste ano.
Àquela altura, a Globo trabalhava com a possibilidade de receber um percentual do contrato fechado ou cobrar uma cota dos próprios patrocinadores. Os acordos, no entanto, serão fechados caso a caso, e não se descarta a ideia de que os narradores da casa não citem os naming rights, que apareceriam apenas nos créditos dos telejornais e em chamadas.
No início de seu projeto para a Arena, o Corinthians pensou em arrecadar R$ 350 milhões com a propriedade. Desde então, teve de rever seu projeto e a forma como deve apresentar-se ao mercado. Neste cenário, o clube vê como positivos os compromissos já acertados.
“Para nós, foi bom outras arenas fecharem o contrato de naming rights. Mostra para o mercado o que pode ser feito em um negócio do tipo e nos ajuda a balizar nossa negociação”, disse Caio Campos
“A Globo falar o nome é importante, mas não fundamental. Se fosse, os clubes de vôlei não sobreviveriam. Eu acho que é uma das propriedades a serem exploradas, mas não é a única. O nome das arenas será a melhor propriedade de ativação no futebol”, disse Caio Campos, gerente de marketing do clube.
A exposição dos naming rights na televisão é uma velha briga no marketing esportivo.
Desde o início da discussão sobre os novos estádios brasileiros, os naming rights são vistos como a salvação dos clubes, que esperam quitar o pagamento das obras vendendo o direito às empresas.
No ano passado, a emissora confirmou um acordo com os clubes no qual se compromete a divulgar os naming rights de estádios já a partir do Brasileiro deste ano.
Àquela altura, a Globo trabalhava com a possibilidade de receber um percentual do contrato fechado ou cobrar uma cota dos próprios patrocinadores. Os acordos, no entanto, serão fechados caso a caso, e não se descarta a ideia de que os narradores da casa não citem os naming rights, que apareceriam apenas nos créditos dos telejornais e em chamadas.
No início de seu projeto para a Arena, o Corinthians pensou em arrecadar R$ 350 milhões com a propriedade. Desde então, teve de rever seu projeto e a forma como deve apresentar-se ao mercado. Neste cenário, o clube vê como positivos os compromissos já acertados.
“Para nós, foi bom outras arenas fecharem o contrato de naming rights. Mostra para o mercado o que pode ser feito em um negócio do tipo e nos ajuda a balizar nossa negociação”, disse Caio Campos