4 de dez de 2016

CORINTHIANS 04/12/2016



04/12/2016 16h11

Vice-presidente pede afastamento do cargo na diretoria do Corinthians por motivos familiares e de política interna
Jorge Kalil alega divergências administrativas com Roberto de Andrade e se licencia por 60 dias: "Não somos consultados nem pelas maiores ou menores decisões"


Por Carlos Augusto Ferrari


Segundo vice-presidente do Corinthians, Jorge Kalil pediu uma licença do cargo pelo prazo de 60 dias. O médico alegou problemas pessoais e divergências administrativas com o presidente Roberto de Andrade para se afastar da função pelos próximos dois meses.

– Eu me afastei por motivos familiares e porque o presidente tem uma maneira de administrar o clube que eu respeito, talvez ele esteja certo, mas não somos consultados nem pelas maiores ou menores decisões. Se a gente não pode ajudar e discordar, e eu discordo de algumas condutas, não me resta outra escolha – afirmou.

Kalil conta que um problema com um diretor do Corinthians, de nome não revelado, sábado, no Parque São Jorge, foi a gota d’água para a decisão. Ele alega que uma atitude de insubordinação do dirigente em questão o fez decidir pela saída temporária da cúpula da direção corinthiana.

– Eu fui criado com respeito e hierarquia. Pedi para um diretor conversar com um sócio, e ele disse que esse não era assunto do vice-presidente. Se eu não tenho autonomia para pedir para um diretor conversar com um associado que estava pedindo uma reunião há três meses, não tenho mais o que fazer – ressaltou Kalil.

O cargo de vice-presidente ficará vago pelo prazo de 60 dias











Quinto título brasileiro do Corinthians completa cinco anos

Após início arrasador e disputa acirrada com o Vasco, o Timão levou a melhor na reta final e conquistou o penta brasileiro


07h30 04/12/2016 - Agência Corinthians



O Corinthians se sagrou pentacampeão brasileiro na última rodada de 2011

© Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians


Parece que foi ontem, mas já se passaram cinco anos. O pentacampeonato brasileiro do Corinthians em 2011 faz aniversário neste domingo (04). Comandada pelo técnico Tite -- cujo título foi o primeiro dos seis dele pelo clube do Parque São Jorge --, a equipe alvinegra foi firme nas primeiras rodadas, fez uma "gordura" de pontos para administrar com paciência e segurança a vantagem e levou mais uma taça nacional para a galeria de troféus.

O ano de 2011 não foi um mar de rosas do início ao fim. O Timão foi eliminado precocemente da Libertadores e foi vice-campeão paulista naquela temporada. Apesar dos tropeços, Tite e os comandados dele trabalharam bastante para obter um início arrasador no Brasileirão.

Na estreia, o Corinthians tinha uma dura missão: enfrentar o Grêmio, em Porto Alegre. Com gols de Chicão e Liedson, o Timão venceu por 2 a 1 e garantiu os três primeiros pontos. A sequência do Brasileirão só reforçou o ímpeto da equipe corinthiana: nas dez partidas iniciais, foram nove vitórias e um empate, incluindo a inesquecível vitória por goleada do Corinthians sobre 5P por 5 a 0 no Pacaembu.

Com essa largada arrebatadora, o Timão se isolou na liderança do Campeonato Brasileiro com 28 pontos. Vantagem que seria fundamental em um campeonato longo, cheio de altos e baixos. Quando a primeira derrota apareceu, 1 a 0 diante do Cruzeiro no Pacaembu, veio a instabilidade. O Alvinegro terminou o primeiro turno ainda na frente, mas o Vasco assumiu a ponta na 24ª rodada. Na 25ª, a situação piorou, e o time foi para a quarta colocação na tabela.

Com uma vitória sobre o Bahia, na 26ª rodada, o Corinthians retomou a vice-liderança. O desafio seguinte era justamente contra o líder Vasco, em São Januário. A partida foi tratada como decisiva, já que a equipe carioca tinha dois pontos de vantagem e poderia abrir cinco se derrotasse o Timão.

No estádio carioca lotado pelos vascaínos, o Corinthians teve de superar adversidades. Por duas vezes esteve atrás no placar, mas não se abateu e chegou ao empate em ambas as vezes. Com o resultado de 2 a 2 conquistado fora de casa, o Alvinegro seguia no páreo pelo título.

No duelo seguinte, o Corinthians recebeu o Atlético-GO no Pacaembu e venceu por 3 a 0. Em Porto Alegre, o Vasco enfrentou o Internacional e perdeu pelo mesmo placar. O Timão retomava a liderança do Brasileirão. A primeira colocação, entretanto, durou apenas três jogos. Na 31ª rodada, o Timão empatou com o Colorado no Beira-Rio. Poderia ter sido pior, já que o empate veio com um golaço de Alex quase nos acréscimos. Os vascaínos superaram o Bahia e voltaram à ponta.

Foi na 32ª rodada que Corinthians recuperou a liderança para não perdê-la mais. No Pacaembu, o Timão bateu o Avaí por 2 a 1. Em São Januário, o Vasco empatou em 0 a 0. As equipes ficaram empatadas na pontuação (58 pontos), mas o Timão levava vantagem no primeiro critério de desempate (17 vitórias a 16).

O cenário da tabela permaneceu inalterado até a 35ª rodada, quando veio o momento que depois Tite apontou como crucial na campanha do pentacampeonato. Em Fortaleza-CE, o Ceará, lutando contra o rebaixamento, prometia dificultar a vida do Corinthians. A partida seguia dura e equilibrada até os 35 minutos do segundo tempo, quando o peruano Ramírez fez bela jogada e marcou o gol da vitória corinthiana.O Vasco empatou e ficou a dois pontos do Timão.

Os corações dos milhões de torcedores corinthianos passaram por mais um teste no dia 20 de novembro, na 36ª rodada. Na véspera, no Rio de Janeiro, o Vasco havia vencido o Avaí por 2 a 0 e reassumido temporariamente a liderança. Assim, o Corinthians precisava vencer o Atlético-MG, no Pacaembu, para voltar à liderança com dois pontos de vantagem.

O primeiro tempo no Pacaembu foi equilibrado e terminou sem gols. Aos 10 minutos da segunda etapa, Leonardo Silva abriu o marcador para os mineiros. A equipe comandada por Tite passou a pressionar mais o adversário. O plano demorou a dar resultado, e o empate veio com Liedson sío aos 33 minutos. A partida já se encaminhava para o fim, quando surgiu um improvável herói: Adriano, que havia entrado no lugar de Willian. Aos 43 minutos, Emerson Sheik puxou contra-ataque e deu o passe. O camisa 9 dominou e, quase sem ângulo, bateu para explodir o bando de loucos e garantir a vitória.

A 37ª – e penúltima – rodada do Campeonato Brasileiro gerou grande expectativa. O Corinthians enfrentaria o Figueirense em Florianópolis-SC, enquanto o Vasco tinha o Fluminense pela frente no Engenhão. Se o Timão vencesse e os vascaínos tropeçassem, a disputa pelo título terminaria de forma antecipada. Assim, os dois jogos ganharam ares de decisão.

Em Florianópolis, o primeiro tempo foi disputado, mas nenhuma das equipes balançou a rede. Na segunda etapa, brilhou a estrela do artilheiro. Após lindo cruzamento de Alex, Liedson subiu e marcou, aos 22 minutos, o gol da vitória. Naquela altura, no Rio de Janeiro, Vasco e Fluminense empatavam em 0 a 0 e, assim, o Timão asseguraria o penta antecipadamente.

Os gols começaram a sair no Rio de Janeiro. Alecsandro, aos 31 minutos da segunda etapa, colocou o Vasco na frente. Com o resultado parcial, o Timão deixava de ter chances de garantir o título antecipado. Sete minutos depois, Fred empatou para o Fluminense e devolveu ao Corinthians a possibilidade de gritar "É campeão" na 37ª rodada. O jogo em Florianópolis já havia terminado. Os jogadores corinthianos e o técnico Tite acompanhavam os momentos finais do clássico carioca para dar a volta olímpica. Nos acréscimos da partida no Engenhão, entretanto, Bernardo fez o gol da vitória vascaína e adiou a decisão para a última rodada.

O dia 04 de dezembro começou triste para a Fiel por conta da notícia do falecimento do eterno ídolo Sócrates. A torcida corinthiana estava de luto, mas foi em peso ao Pacaembu para empurrar o Timão no derby. Um empate garantiria o título ao Corinthians. Antes de a bola rolar, os jogadores fizeram uma emocionante homenagem ao “Doutor Eterno” cerrando os punhos, da mesma forma como o camisa 8 comemorava os gols dele, durante o minuto de silêncio que precedeu a disputa.

Em campo, o clássico foi tenso. O Corinthians jogou com cautela e não deu chance ao rival. Após muito sofrimento e uma campanha inesquecível, aquela tarde no Pacaembu ficou eternizada na memória alvinegra. Não muito pelo jogo, que terminou sem gols, mas pela homenagem ao “Eterno Sócrates” e por finalmente soltar o grito que estava preso na garganta: é pentacampeão brasileiro!

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Há 11 anos, Corinthians conquistava tetracampeonato brasileiro

Com Carlitos Tevez como o melhor jogador do campeonato e o melhor ataque, o Timão fez 81 pontos em 42 pontos e levou o quatro título brasileiro em 2005


07h15 04/12/2016 - Agência Corinthians




Corinthians foi campeão brasileiro em 2005 com média de 2,07 gols por partida

© Renato Pizzutto/Placar


O tetracampeonato brasileiro do Corinthians completa 11 anos neste domingo (04). O time alvinegro de 2005, que tinha Carlitos Tevez como o grande destaque, não teve um início de campeonato arrasador, mas com muita entrega em campo, chegou à última rodada em primeiro na tabela e terminou assim.

A equipe do Corinthians de 2005 tinha vários jogadores com muita experiência e sucesso. Além de Tevez, nomes como Roger, Carlos Alberto, Gustavo Nery e Fabio Costa eram algumas das estrelas do Timão para o Brasileirão daquele ano. Mesmo assim, o início foi turbulento. A retomada teve início na quarta rodada. De lá até a oitava, foram cinco vitórias seguidas, que levaram o Alvinegro da 20ª à terceira colocação. Este fato mostrou que o elenco corinthiano brigaria pelo título brasileiro.

O time de 11 anos atrás tinha como principal característica o poder ofensivo. Por outro lado, abria espaço para que os adversários contra-atacassem e marcassem gols. Não foram poucas as vitórias que fizeram a Fiel sofrer e comemorar do jeito que mais gosta no Pacaembu. Como o 3 a 2 sobre o Paysandu aos 41 minutos do segundo tempo. Ou então o 4 a 3 sobre o Cruzeiro com viradas de ambas as equipes. Até mesmo fora de casa, o 3 a 2 sobre o Vasco em São Januário, também com gol nos últimos minutos. Com o Timão 2005, a emoção era garantida a cada jogo.

Em números, o ataque do Corinthians foi um dos mais eficientes que a torcida corinthiana pôde ver. Foram 87 gols em 42 jogos, média de 2,07 gols por partida, melhor sistema ofensivo da competição. De todos esses confrontos, o Timão fez três ou mais gols em 17. Uma equipe sempre à procura do gol.

Dentro da conquista do tetra, uma atuação marcou a campanha do Corinthians. O Corinthians já era líder, disputava jogo a jogo com Internacional e Fluminense, mas talvez faltasse aquela partida fantástica para dar moral e força ao elenco nas últimas rodadas. Essa partida aconteceu no dia 06 de novembro. Uma tarde mágica contra o Santos no Pacaembu. Um show de Carlitos Tevez e companheiros. O argentino passou por cima do rival marcando três gols e dando passe para outro, ajudando no resultado parcial de 4 a 1. Mas não parou por aí. Outro que deu espetáculo foi Nilmar, que fez mais dois. Marcelo Mattos fechou a goleada histórica e inesquecível. O 7 a 1 que ficou eternizado na memória da Fiel.

A celebração alvinegra do quarto título brasileiro aconteceu longe de casa, no Serra Dourada, em Goiânia-GO. Não foi o resultado dos sonhos, uma derrota por 3 a 2 sobre o Goiás. Após sair atrás no placar, Tevez e Coelho chegaram a virar, mas o time da casa voltou a ficar na frente e venceu. Mas como o Inter perdeu para o Coritiba por 1 a 0 no Couto Pereira, em Curitiba-PR, não havia mais o que esperar: Corinthians tetracampeão brasileiro.

No geral, o Corinthians teve desempenho merecedor da conquista. Nos 42 jogos que disputou, o Timão conquistou 81 pontos, com 24 vitórias, nove empates, nove derrotas, 87 gols marcados e 59 sofridos. Além de ser o artilheiro do Timão na campanha, com 20 gols, Carlitos Tevez terminou 2005 eleito o Craque do Brasileirão daquele ano.

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CONFIRA OS RECENTES INVESTIMENTOS DO CORINTHIANS

REFORÇOS DE 2016: 

Giovanni Augusto (meia) - R$ 15 milhões 

Marquinhos Gabriel (meia) - R$ 10,5 milhões 

Balbuena (zagueiro) - R$ 6 milhões 
Guilherme (meia) - R$ 5,7 milhões 
Marlone (meia) - R$ 4 milhões 
Gustavo (atacante) - R$ 4 milhões 
André (atacante) - R$ 3,7 milhões 
Alan Mineiro (meia) - R$ 1 milhão 
Jean (volante) - R$ 800 mil 
Vilson (zagueiro) - R$ 500 mil 
Douglas (goleiro), Moisés (lateral), Camacho (meia), Bruno Paulo (atacante) - sem custos 
Willians (volante) - empréstimo 

REFORÇOS DE 2017: 
Luidy - R$ 1,2 milhão 
Jô - sem custos






#DoutorEterno! Cinco anos sem o ídolo Sócrates

Doutor, democrático, sábio. Ele era mais do que um jogador de futebol. Era um ícone de uma geração


07h00 04/12/2016 - Agência Corinthians




Sócrates disputou 298 jogos, marcou 172 gols e foi tricampeão paulista (1979, 1982 e 1983) pelo Corinthians

© Agência Placar


Um ídolo que vai além da vida. Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira foi um dos maiores jogadores da história do Sport Club Corinthians Paulista. Não só pelo que fez dentro de campo, como também pelas lições de cidadania e democracia que deu fora dos gramados. Um dos grandes responsáveis pelos títulos paulistas de 1982 e 1983, Sócrates acabou virando personagem do pentacampeonato brasileiro, mesmo sem jogar, infelizmente deixando esse plano terrestre. Há cinco anos, o ex-atacante nos deixou, exatamente no dia de mais uma conquista do Timão.

O que poderia ser tristeza virou força e inspiração. A cena que antecede o clássico contra o Palmeiras que decidiu o penta a favor do Corinthians é inesquecível e emocionante. Os 11 jogadores do Timão em campo e toda a torcida alvinegra no Pacaembu com um punho cerrado ao alto, da mesma forma como Sócrates comemorava os gols dele. De alguma forma, o Doutor estava no gramado naquele dia.

Doutor, democrático, sábio, ícone, ídolo. O que o jogador nascido em Belém-PA no dia 19 de fevereiro de 1954 fez em vida nunca será apagado. A técnica demonstrada em campo, os toques de calcanhar que desmontavam as defesas adversárias, os golaços, os pensamentos, o enfoque à política e à democracia, a irreverência. Sócrates era mais do que um jogador de futebol. Era um ícone de uma geração.

Sócrates chegou ao Corinthians em 1978, vindo do Botafogo-SP. Em Ribeirão Preto, foi além de ser apenas um atleta: era um estudante de medicina e se manteve na faculdade mesmo depois de iniciar a carreira profissional. Formado em 1977, ganhou o apelido que passaria a levar para sempre: Doutor.

Logo no primeiro ano no Timão, Sócrates fez sucesso ao refazer a dupla com o atacante Geraldão, ex-companheiro do Botafogo-SP. No segundo ano, em 1979, o Doutor foi uma das figuras importantes da conquista do Campeonato Paulista, tendo inclusive marcado um gol na vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta na final.

O começo foi bom, mas os anos gloriosos de Sócrates no Corinthians vieram no início da década de 80. Enquanto a ditadura governava o Brasil com um punho de ferro, Sócrates levantava o punho direito pela liberdade e participava ativamente da Democracia Corinthiana. Com o lema “Ganhar ou perder, mas sempre com democracia”, o movimento buscou a abertura política, descentralização do poder e a modernização da administração no Parque São Jorge.

Naquele memorável Corinthians de Sócrates, Casagrande, Zenon, Biro-Biro, Zé Maria, Wladimir e cia., todos tinham o direito de opinar nas decisões internas, e o voto de cada um, independentemente do cargo, possuía o mesmo valor. A ideologia, além de ter influenciado na política nacional, deu frutos dentro de campo, pois o esquadrão corinthiano foi bicampeão paulista em 1982/1983. Sócrates marcou o gol que garantiu o bi na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo.

Naquele mesmo ano, o democrático Corinthians enfrentou o modesto Tiradentes-PI no estádio do Canindé e escreveu mais uma página da história do futebol nacional. O placar elástico de 10 a 1 é, ainda hoje, a maior goleada do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, Sócrates marcou três vezes só no primeiro tempo, e o Timão foi para os vestiários com a vantagem de 5 a 1. Na segunda etapa, o Doutor anotou mais um, e o Alvinegro foi nota dez.

No Timão, o Calcanhar de Ouro jogou por seis anos. Disputou 298 jogos, marcou 172 gols e foi tricampeão paulista (1979, 1982 e 1983). Em 1984, com a transferência do Doutor para a Fiorentina (ITA), teve fim a vitoriosa Era Sócrates no Corinthians. Mas a imagem está guardada na memória do torcedor corinthiano, tanto pela forma de jogar quanto pela atuação política e o jeito irreverente do camisa 8.

Sócrates estará eternamente em nossos corações.

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Corinthians prevê assédio a "pilares", mas confia em manutenção do elenco



4 DEZ 2016 08h41 atualizado às 08h41

O Corinthians sabe como poucos clubes no país como um elenco campeão pode ser desfeito rapidamente, por isso já está se preparando para evitar um novo desmanche para a próxima temporada. O clube reconhece que deve ter assédio a "pilares" do elenco, como Cássio, Fagner e Rodriguinho, mas acreditar ser possível segurar todos eles.

Na avaliação da diretoria, Fagner, lateral da Seleção Brasileira, e Rodriguinho, principal jogador da equipe no ano, estão em uma fase de decisão da carreira. Com 27 e 28 anos, respectivamente, os dois não devem ter muitos mais oportunidades de sair para o futebol europeu. Dessa forma, a janela de transferências causa certo temor entre os dirigentes.





O que ajuda a confiar na manutenção é que, diferentemente dos nomes que deixaram o clube no início deste ano, a dupla tem contratos mais longos. O que termina antes é o de Rodriguinho, apenas em dezembro do ano que vem, já com conversas para uma extensão. Além disso, possuem 50% dos direitos vinculados ao Alvinegro, o que dá poder de barganha ao Timão, e Rodriguinho não tem passaporte europeu.

Cássio, por sua vez, é a principal incógnita. Ídolo da torcida, ele perdeu a posição para Walter neste Brasileiro e interessa a outros clubes brasileiros, como o Grêmio. Seu vínculo vai até o final de 2019, porém, e o clube não se mostra disposto a emprestá-lo, colocando uma venda como única possibilidade de saída. Uendel, titular há dois anos do time, também tem mercado no futebol do exterior.

Além desses nomes, outro que foi especulado no mercado europeu recentemente foi o lateral esquerdo Guilherme Arana, vinculado ao Manchester United e à Inter de Milão. Em ambos os casos, porém, a saída em janeiro é pouco provável, já que o jovem de 19 anos é outro que não possui passaporte europeu e não chegaria para jogar nas equipes, como fez Malcom no Bordeaux, por exemplo.

Dessa forma, o mais provável é que as investidas sobre Arana se deem na janela do meio do ano que vem. "Estou com a cabeça tranquila e tenho certeza que eu fazendo um bom papel um dia eu vou para fora. Meu pensamento é aqui no Corinthians hoje", avisou Arana, em entrevista à Gazeta Esportiva .

"Depende muito da proposta, depende da situação, estou muito feliz aqui no Corinthians, é minha casa, onde eu fui criado, mas tenho certeza que eu vou trabalhar forte para alcançar os meus objetivos lá na frente", concluiu o lateral, utilizado como titular em diversas oportunidades no segundo turno do Brasileiro.









Corinthians trabalha para segurar Cássio, Fagner, Rodriguinho e Uendel no ano que vem

Quarteto deve continuar no Parque São Jorge, mas o próprio clube admite que terá de ser feito um trabalho especial para manter as peças. Clubes do Brasil e do exterior já manifestaram interesse nos atletas

O Corinthians sabe como poucos clubes no país como um elenco campeão pode ser desfeito rapidamente, por isso já está se preparando para evitar um novo desmanche para a próxima temporada. O clube reconhece que deve ter assédio a “pilares” do elenco, como Cássio, Fagner e Rodriguinho, mas acreditar ser possível segurar todos eles.

Na avaliação da diretoria, Fagner, lateral da Seleção Brasileira, e Rodriguinho, principal jogador da equipe no ano, estão em uma fase de decisão da carreira. Com 27 e 28 anos, respectivamente, os dois não devem ter muitos mais oportunidades de sair para o futebol europeu. Dessa forma, a janela de transferências causa certo temor entre os dirigentes.

O que ajuda a confiar na manutenção é que, diferentemente dos nomes que deixaram o clube no início deste ano, a dupla tem contratos mais longos. O que termina antes é o de Rodriguinho, apenas em dezembro do ano que vem, já com conversas para uma extensão. Além disso, o atleta não tem passaporte europeu, o que dificulta uma negociação.

Cássio, por sua vez, é a principal incógnita. Ídolo da torcida, ele perdeu a posição para Walter neste Brasileiro e interessa a outros clubes brasileiros, como o Grêmio. Seu vínculo vai até o final de 2019, porém, e o clube não se mostra disposto a emprestá-lo, colocando uma venda como única possibilidade de saída. Uendel, titular há dois anos do time, também tem mercado no futebol do exterior.

Além desses nomes, outro que foi especulado no mercado europeu recentemente foi o lateral esquerdo Guilherme Arana, vinculado ao Manchester United e à Inter de Milão. Em ambos os casos, porém, a saída em janeiro é pouco provável, já que o jovem de 19 anos é outro que não possui passaporte europeu e não chegaria para jogar nas equipes, como fez Malcom no Bordeaux, por exemplo.



















04/12/2016 08h08

Corinthians mira Rithely, mas dará outra chance a Maycon

Por Carlos Augusto Ferrari


O Corinthians não esconde que pretende contratar, pelo menos, um volante para 2017. Rithely, destaque do Sport, surge como o nome da vez. Mas outro meio-campista terá uma oportunidade para se firmar na posição na próxima temporada. Emprestado à Ponte Preta até o fim de dezembro, o garoto Maycon voltará ao Timão em janeiro com a promessa de que jogará com frequência.

O marcador, de apenas 19 anos, é visto pela direção como alguém que pode resolver os problemas na posição, descaracterizada após as saídas de Ralf e Elias. O técnico Oswaldo de Oliveira já deu o aval para o retorno do atleta e o observará na pré-temporada realizada nos Estados Unidos.


Direção e treinador querem avaliar o nível de evolução que Maycon teve durante o período na Ponte Preta. Ele foi titular em boa parte dos 19 jogos que disputou pela equipe de Campinas nesta temporada e marcou um gol. Mesmo assim, terá de provar que pode assumir a responsabilidade de ser titular do Timão.

Maycon foi promovido ao elenco profissional depois de se destacar na Copinha de 2016 com a promessa de que estava nos planos de Tite  No entanto,o jogador atuou em 15 partidas, mas sem empolgar o treinador, e foi emprestado à Macaca para ganhar experiência.


A saída do jogador rendeu muitas críticas da torcida aos dirigentes, principalmente porque, logo depois do empréstimo, o Corinthians vendeu Elias e Bruno Henrique, o que abriria espaço para o volante jogar. Cristian, Willians e Camacho ficaram como as únicas alternativas no elenco para as posições de marcação – Marciel retornou meses depois.

Apesar do interesse em aproveitar Maycon, a diretoria do Corinthians se movimenta para buscar outro volante. O nome que mais agrada é o de Rithely, do Sport. A negociação, porém, não é simples. O clube pernambucano tenta lucrar com a saída de um de seus principais jogadores. O Timão tenta envolver jogadores na negociação.